Nº7

“Me diga”

 

Do seu lado estou,

Mas não sente meu palpitar

Minha mão no teu ser,

Parece que nada pode fazer

Minha voz a ecoar,

Mas nem percebe meu falar

Pra você EU creio que nem existo.

 

Se não ME escuta, e nem ME dá bola

Se Eu não sou nada para você

Por que continua?

Meu Pai deu tudo o que tinha

O presente lhe foi dado

Mas se não quer me seguir…

 

Pelo menos me diga

O que eu posso fazer por você?

Se minha morte não foi o bastante pra salvar você.

Me fala, me diga

Estou do seu lado é só falar

Estou disposto, a me entregar por você de novo

 

Te ajudo a inspirar,

Mas não sente meu respirar

Minha mão nas tuas,

Mas nunca me leva à ruas

EU vivo te advertindo,

Mas segue se divertindo

Pra você EU creio que nem existo.

 

Se não ME chama, e nem clama

Se Eu não sou nada para você

Por que continua?

Eu me despojei de minha glória

O presente lhe foi dado

Mas se não quer me seguir…

 

Pelo menos me diga

O que eu posso fazer por você?

Se minha morte não foi o bastante pra salvar você.

Me fala, me diga

Estou do seu lado é só falar

Estou disposto, a me entregar por você de novo

 

Comprei as tuas dívidas

O preço foi meu sangue, eu sei que foi caro

Mas agora ninguem pode comprar de volta

Mas se não quer me seguir…pelo menos…

 

Pelo menos me diga

O que eu posso fazer por você?

Se minha morte não foi o bastante pra salvar você.

Me fala, me diga

Estou do seu lado é só falar

Estou disposto, a me entregar por você de novo

 

Quando estiver pronto pra se entregar

Vou te receber de braços abertos

 

Vem e me diga

O que eu posso fazer por você?

Agora minha morte é bastante pra salvar você.

Me fala, me diga

Estou do seu lado é só falar

Estou disposto, a dar-te bençãos sem fim

 

 

Me chama, me chama

O que eu posso fazer por você?

Estou querendo dar-te amor sem fim

Me fala, me diga

Estou do seu lado é só falar

Estou disposto a te salvar, vem morar comigo

 

Lunatto

 

CAP.07

7. EXPLICAÇÕES

Parecia ser domingo cedo quando eu acordara depois de um momento, digo horas de tensão com o Jacoh, de fatalidade.

Ele, Jacoh, havia acabado de sair e me deixado com o senhor Watson. Não sabia sobre o que ele iria discorrer, mas… Sei lá vamos ver no que dá.

Charles olhou para seu livro por um instante, tirou seus óculos e os colocou no criado mudo. Deu um longo bocejo, espreguiçou-se e fitou-me.

Foi nesse momento que vi o quão serio o senhor Watson era.

– Bom… – começou – você já deve desconfiar de algo. – arrepiei-me, mas continuei calado.

Meu pai arrumou suas madeixas e coçou seu belo nariz.

– Tem algo que tenho de lhe explicar… – continuou – ou você tem coisas a me explicar?

Engoli em seco. Eu tinha algo escondido de verdade, mas nada que eu…

– Me fala o motivo… – meus pensamentos foram interrompidos -… De você ter vindo para cá num intercambio.

– Bom, na verdade eu… Meio que fugi legalmente de casa. – O senhor Watson balançou a cabeça me forçando a continuar falando. Não resisti. – Então, um ano antes de vir pra cá, eu havia tido um colapso mental, se é que isso existe.

Pronto disse tudo, ou achava que havia dito tudo. Charles forçou as sobrancelhas, coçou o canto do olho e deu uma boa olhada em meu rosto. Forcei um biquinho de canto enquanto coçava meu queixo.

– Eu creio que você tem algo a mais para me falar, não é? – instigou. Semicerrei os olhos, bufei e…:

– Tá bom, tem mais. – afirmei – Nesse colapso que eu tive, eu pude escutar de relance pensamentos, mas não eram todos na minha língua.

– Você não tem nem idéia do que você é né? – interrompeu-me Charles. E era verdade, eu não sabia. Assenti. – Eu já suspeitava que você fosse diferente.

– Diferente como? – estou realmente muito curioso, não agüento mais ficar tentando descobrir qual é o meu problema.

– Bom… – começou – você já ouviu falar que existe super humanos, né?

O senhor Watson deve estar gozando da minha cara, mas assenti mesmo assim.

– Tipo aquelas pessoas que controlam água, tem poderes psíquicos e tal? – (haha) não me agüentei.

– Não. – disse seriamente meu pai inglês. Fiz uma careta e dei uns risinhos. Charles limpou o nariz com seu lenço e voltou-se em minha direção. – Super humanos, são aquelas pessoa que tem habilidades que requerem um esforço a mais do limite necessário.

Pensei sobre o assunto um instante.

– Então é tipo uma pessoa que sabe demais?

– É “tipo” algo assim, mas… Não vou te contar tudo agora, só o básico, pode ser?

– Claro! – animei-me, finalmente eu ia saber sobre algo alem da minha capacidade. Qualquer coisa bastava, pois saber nada de nada continua sendo nada, logo se eu souber alguma coisa já está valendo.

– Vou pegar algo pra você comer e chamar Jacoh para participar como nosso exemplo. Tudo bem?

Afirmei com o balanço positivo de minha cabeça. Ele saiu e comecei a pensar no assunto. Parecia muita loucura, mas… Pensando melhor, Jacoh quase me matou e eu quase o matei também. E não seria morte natural, tipo, facada ou tiro… Seria esmagado na parede sem o esforço algum de um objeto.

Depois de uns 10 minutos, o senhor Watson voltou com meu lanchinho, que parecia muito gostoso, e com o recém traumatizado, Jacoh.

O garoto sentou-se ao meu lado, no chão. O senhor Charles deixou a bandeja de pãezinhos recheados de presunto e queijo no centro da cama.

Enquanto eu e Jacoh nos deliciávamos, Charles começou a suas explicações sobre o assunto.

– Como eu havia dito, eu vou explicar por cima, sem muitos detalhes. Ok?

Assenti.

– Ai pai! Conta tudo logo, nem é muita coisa. – reclamou Jacoh.

– Quem disse que eu te contei tudo sabidinho?!

Jacoh deu uma bufada e abocanhou seu lanche. Fiz o mesmo e esperei que o Senhor Watson continuasse.

– Bom… – começou – Ninguém nessa casa é “normal” Luidge. – isso era obvio

– Como assim?

– Todos nós, exceto minha esposa, temos algum grau de mutação. – ah tá, agora sim, entendi tudo.

– Quando você diz mutação… O senhor quer dizer o que?

– Quer dizer que de alguma forma em nossa formação, sofremos alguma alteração gênica que nos deu ao acaso ou não um dom especial.

Eu boiei, quem mais? Isso não tem como ser de todo o falso, mas também não tem tanta credibilidade assim, ou tem?

– Nossa! Que cara de idiota Luidge! –disse Jacoh, e, pois é devia estar mesmo.

– E, como isso pode acontecer?

– É o seguinte Luidge… – disse Charles – vou dar um exemplo: conhece a Síndrome de Down né? – assenti – Então, essa síndrome é causada por um erro genético, infelizmente nesse caso, esse erro não foi benéfico.

– Ah! – interrompi- Então no nosso caso esse erro foi benéfico?

– De certa forma foi.

– Mas, eu ainda não sei qual é a nossa síndrome.

– No nosso meio, é chamada de Síndrome de Theós.

– E… É sempre igual pra todo mundo?

– Não. O grau de mutação é variável. – assenti.

Peguei mais um pão. Pensei sobre o louco assunto, que agora fazia um pouco mais de sentido. Jacoh brincava com o carpete.

Eu ainda não havia entendido esse lance de graus de mutação. Acho que vou perguntar.

– E, quais são esses níveis?

– Hum, boa pergunta Luidge. – Jacoh revirou os olhos – Bom, os humanos que não tem essa síndrome, nos classificaram em categorias.

– Aff – reclamou Jacoh – isso que dá não ter nada pra fazer!

– Bom, continua Senhor Watson, por favor.

Charles pigarreou, arrumou os óculos e pegou um lanche.

– É o seguinte, Luidge: Jacoh, seu irmão “querido” – morri de rir. O garoto emo olhou-me e deu um sorriso de leve – é classificado Humano da Subclasse Suporte, ou seja, um HS.

– E… O senhor pode me explicar o motivo? – tive que perguntar, não sabia o que era.

– Você pode demonstrar Jacoh? – pediu Charles

– Com prazer papai…  – respondeu o garoto.

O menino olhou-me fundo nos olhos, vi que sua pupila tornou-se branca e sua iris vermelha; igualzinho como daquela vez.

Porem dessa vez eu senti uma ansiedade tremenda, comecei a suar frio e…

– BASTA JACOH! – gritou Charles a tempo de qualquer coisa.

– Eu já ia parar pai, calma! – disse carrancudo o menino.

– Entendeu a classificação de HS Luidge?

Na verdade não, mas assenti positivamente, não queria que o senhor Watson achasse que eu fosse burro.

– Aposto que você não entendeu. – afirmou Jacoh

– Tá! Eu não entendi!

– Deixa que eu explico pra ele pai. Eu sou considerado humano, como você pode ver, pois eu não tenho um poder espetacular e sou da subclasse Suporte, pois eu uso meus poderes indiretamente para conseguir o que quero, sem que me notem.

– Hum… Entendi agora. É a mesma coisa que o Professor de Literatura faz.

Meu pai e Jacoh me olharam de forma estranha querendo achar lógica no que eu acabara de dizer.

– Só pensei alto… – afastei os olhos curiosos.

– Continuando – disse Charles – Ollivia é uma AAAg – Hum… Sei pensei comigo mesmo – Ela é da classe Anjo, da subclasse Anjo ou Anjo da guarda.

– Anjo porque ela alegra ou acalma situações ou corações ou ainda desperta um poder oculto em alguém querido por ela, essa seria a função do Anjo da guarda. – disse Jacoh enfatizando anjo da guarda.

Foi ai que caiu a ficha. Jacoh estava bravo comigo durante todo esse tempo pois parece que a Olly é o anjo da guarda dele.

– Então Olly é o seu anjo da guarda?

O garoto emo olhou-me com cara de desdém com um sorriso torto, acetei como um sim.

– E o que ela desperta em você?

– Quando ela chegar eu mostro…

– Promete? – Jacoh assentiu. Virei para Charles e perguntei sobre Summer.

– Bom… Summer é de uma Classe diferente, ele é considerado um DS

– Que seria? – perguntei

– Que seria da classe Divina da subclasse Semideus.

Meu mundo caiu (cantei em minha mente)

– Putz! Que tudo! Sério!

Jacoh revirou os olhos e voltou a comer.

– Ele não gosta muito, queria ter nascido normal.

– Já sei o motivo. – disse, pois logo pensei na Flies – E, o que ele faz de tão extraordinário?

– Ele é um semideus, ou seja, precisa de um estimulo para apresentar seus poderes.

– No caso dele… – estava muito ansioso.

– A temperatura. Quanto mais quente for mais seu corpo inflama.

– A tal alergia?

– Isso, ele pega fogo.

– Nossa deve ser difícil pra ele…

– pois é. – disse Jacoh baixinho, quase um sussuro.

– E o senhor? Onde se encaixa?

– Bom eu sou um Ex-DO, ou seja, Divino como Summer, da subclasse Olimpiano. Era chamado de: Athena, a sapiência viva. Mas isso já faz muito tempo e, vamos deixar esse assunto para mais tarde sim?!

– Nossa! Então o senhor é super inteligente?

– Modéstia a parte eu sou sim, “muito” inteligente.

– Convencido – disse Jacoh. – mas lembrando que agora o senhor é só um DD

– E isso é?

– Como eu não sou Olimpiano, caí para Deus, DD

Estou adorando saber de tudo isso, é muita informação, muita coisa, muito poder, muita classificação e subclasses, tenho muito que aprender ainda.

Só faltava saber onde eu me encaixava, a que grupo eu pertencia.

– Falta falarmos de você Luidge.

Senti um vento frio na barriga, uma ansiedade tremenda por saber a resposta daquilo que tanto me atormentava.

Olhei para meu novo pai com brilho nos olhos.

– Sem mais delongas – começou Charles – no mundo humano, você é considerado um DP – a voz de Charles falhou, mas continuou firme.

Jacoh olhou assustado para seu pai. Fiz o mesmo. O que seria DP, e porque seria tão assustador assim.

– E… O que quer dizer? – perguntei hesitante.

– Divino da subclasse Pandora. Uma fase de transição até que se torne um DT

– Sério que temos um DP em transição aqui em casa?! – disse Jacoh com tom de desespero.

Charles afirmou com o balançar da cabeça.

– Só uma coisa eu estou em transição do que para o que?

Fez-se silencio.

 

Duas rosas em perigo

CAP. 43

 

Próximo da casa de Peixes, Homados sentiu um aroma agradável de rosas e, apressou-se a chegar ao destino.

Ao entrar pelas portas do santuário da décima segunda casa, encostada numa das colunas estava uma beldade, uma amazona de prata em todo seu vigor; e ao lado dela estava um outro rapaz tão belo quanto. O deus admirava a beleza deles e nem percebeu que a casa estava repleta de rosas vermelhas com pétalas dançando no ar.

“Nem mais um passo!” – ordenou Vênus de Lagarto. Homados fez uma cara de distraido e deu mais uns passos adiante dizendo que ele havia cruzado todas as casas sem a menor dificuldade e que não seria ali que ele iria parar.

A amazona estendeu uma rosa vermelha no ar e as rosas dançaram em volta de Homados ao som de Royal Demon Roses, as palavras de Vênus sairam sedutoras e muito convidativas ao pronunciar o ataque de seu mestre. O deus ficou admirado e entoou juntamente com as rosas sua musica.

A amazona ficou pasma, pois era para as rosas envenenarem o deus e o matar sem muito esforço. O divino sorriu para a prateada.

Vênus pensou em ataca-lo diretamente. Em meio as rosas flutuantes, ela rapidamente chegou perto do deus. Ele a olhou profundamente, como se quisesse saber do que ela era capaz de fazer.

“Viper Fast Fists!!!” – os punhos da prateada tornaram-se invisíveis oas olhos humanos e acertaram o âmago de Homados centenas de vezes. Uma pequena gota de sangue escorreu dos labios do divino. Ele avançou o braço para lhe acertar um soco de desespero, porem a amazona subiu em seu braço, saltou sobre sua cabeça e o acertou com os pés em suas costas o empurrando pra frente gritando suavemente “Surprise Lizard!”, ainda no ar e o deus de costas meio prostrado, Vênus lança rosas negras e exclama com veêmencia “Piranian Rose!” as rosas negras destruiram o chão do salão, Homados conseguiu escapar.

Vênus ainda flutuando sente a presença de Homados atrás dela e, realmente ele estáva ali com um cara de assassino gostando do que estáva acontecendo. Ele colocou suas mãos na cintura da prateada e disse numa grande gargalhada: “Minha vez de brincar minha querida… Ares Mousika!!!”

A amazona vibrou de dentro pra fora e caiu no chão contorcida e sangrando pelos ouvidos, nariz, boca e por fendas abertas do golpe de Homados.

Cupido entrou na frente de sua irmã tentando protege-la. O deus achou muito bonito o ato, mas agora ele estava irritado e não iria ter misericórdia de niguém.

“Sweet Battle Noise!!!” – foi o golpe entoado por Homados; seus trompetes sopraram tão alto que todo o santuário foi capaz de escutar. O som almentava cada vez mais e mais, tendendo ao sonar. Derrepente as coisas começaram a ficar em câmera lenta com a pressão da música de Homados. Ele abriu as asas e quatro Zéfiros apareceram com pequenas cornetinhas que acompanhavam o estrondo do som do deus fazendo acordes tristes.

Os dicípulos de Narciso estavam no chão se contorcendo com as imagens geradas pela musica horrorosa que Homados insistia a tocar e sentiam que seus cérebros estourariam a qualquer momento.

 

 

O fogo de Áquario continua aceso…

 

Pó de diamante em Aquário

CAP. 42

 

O próximo passo de Homados será invadir a casa de Aquário; Lá Artico, cavaleiro de prata de Coroa Boreal, espera pela presença do inimigo.

Os olhos do divino encontram os olhos do cavaleiro; o guerreiro antecipou-se no ataque e disse com frieza: “Aqui você não é bem vindo… Diamond Dust…”

Uma briza congelante e mortal de cristais de gelo dançam direto para Homados, mas um som ecoou da armadura divina que ele vestia e repeliu o ataque.

Neste momento Artico deu um salto para trás, juntou suas mãos num martelo, as ergueu e abaixou repetidas vezes na direção de Homados dizendo “Esse é o golpe de meu mestre que alguem muito especial consegui modificar e me ensinou a usar… Aurora Thunder Attack!!!”, um impulso muito maior do que o Diamond Dust disparou em direção ao deus, ele, porem barrou um dos ataques, quase não parou um segundo e foi atingido pelos outros ataques de gelo.

O divino caido no chão do salão da décima primeira casa, começou a cantarolar. O prateado ficou confuso, mas nã saiu de sua posição de ataque. Homados levantou-se devagar e disse que gostava muito de se refrescar e agradeceu ao cavaleiro. Uma onda sonora envolveu o cavaleiro e ele adormeceu.

Homados seguiu adiante… Ao tentar sair, um anel de gelo circundou o deus o paralizando. Artico levantou e disse que ele não avançará nenhum passo a mais; o guerreiro cruzou os braços em forma de “X” os estendeu em “V” e direcionou suas mãos ao ponente dizendo “Crystal Storm!!!” pequenos cristais de gelo circundaram Artico formando um reboliço a medida que a briza os levava ao oponente, os cristais tornavam-se cada vez maiores e ponteagudos, formando adagas de cristais. Homados se assustou um pouco, mas logo agiu usando o Ares Mousika, estilhaçando todos os cristais de gelo e devolvendo tudo ao prateado de forma avassaladora.

com a batalha ganha e satisfeito com a musica entoada à destruição total da casa de Aquário, Homados segue adiante triunfante para a última casa.

 

 

O fogo de Cápricornio se extingue…

 

Uma guerreira de ouro

CAP. 41

 

Barcelona, irmã de Madri, estava próxia a entrada quando o deus adentrou a casa de Capricórnio.

Homados educadamente pediu a passagem a guerreira, ela recusou-se a permitir que o inimigo continuasse a avançar e partiu para a batalha. O oponente divino riu-se da amazona, pois ela era apenas uma aspirante a cavaleiro, um mero soldado do santuário, uma nada. Ela tirou sua máscara e disse: “Não se engane pela minha aparência Homados. Fui treinada para ser uma amazona de ouro, disputei a armadura de Câncer com Perséfone… Perdi, porem ainda detenho um cosmo impressionante…”, O deus ficou bobo, mas aceitou o desafio de lutar com ela.

Ela avançou frente a aceitação divina… Quando ela estava bem próxima dele, Barcelona sumiu da frente dele e o agarrou pelas costas com as pernas, jogando-o ao solo gritando “Jumping Stone!!!”.

A imagem do deus sumiu no chão e, apareceu de trás de uma coluna aplaudindo a lutadora… “Foi realmente incrível…”, disse ele.

Novamente a amazona estava junto ao deus, bastou um piscar de olhos do divino, “Jumping Stone!!!”, desta vez Homados realmente sentiu o golpe de Barcelona. Uma pequena gota de sangue escorreu de seu lábio, ele limpou com seu longo manto e levantou-se para um próximo momento.

A amazona lhe desferiu uma série de ataques, todos falhos pois ele desviou de todos sem muito esforço, para Homados ela era lenta demais. Num dos golpes dela, o filho de Ares agarrou seu punho e a trouxe pra perto de si. Homados colocou a outra mão no abdomen da guerreira e lhe afirmou que iria ser rápido e muito doloroso, mas que ela não iria morrer. Barcelona engoliu a seco e disse que não se importava, o dever dela é de proteger Athena, e fará de tudo para faze-lo. Homados sorriu e aplicou seu golpe direto no corpo da amazona.

Barcelona sentiu seu corpo vibrar com muita intensidade, as viceras se contorcerem, a respiração falhar, o coração bater de forma irregular, uma pressão absurda sobre as veias e artérias do corpo todo, seu rosto avermelhou. Quando Homados acabou, a combatente vômitou uma grande quantiedade de sangue e desmaiou.

Homados ficou contente com o desafio e buzinou aos céus com uma rica melodia de vitória.

 

O fogo de Cápricornio queima desesperadamente…

 

Nocautes

CAP. 40

Ao pisar na casa de Yon, Syang colocou-se na frente de Lee numa tentativa de protege-la e defender a casa de seu mestre.Homados achou uma graça e tocou uma canção para eles… Os fazendo adormecer.

Antares, irmão do cavaleiro de Escorpião, sentiu um enorme poder romper os domínios da oitava casa do zodíaco. O soldado, aspirante a cavaleiro já conhecia uns golpes de seu irmão e metre Electryon, e usará de seu talento para deter o deus.

Ao avistá-lo, o jovem guerreiro avançou pra cima de Homados com seu Scarlet Needle; a imagem do divino desapareceu. Antares ficou pasmo com o que havia acontecido e virou-se. No mesmo ato o deus musical o encarou com um ar sedutor e o tocou no peito com a ponta do dedo indicador. O soldado, tremeu na base e caiu de joelhos no chão. Homados foi em direção a saída da casa. Antares se levantou rapidamente, e tentou interceptar o deus com seu golpe paralizante, Restrinction… Não deu muito certo, mas Homados gostou da tentativa. Ele o tocou novamente, desta vez com mais intensidade o fazendo adormecer.

Na casa de Sagitário, Ekkus aguardava a entrada triunfal de Homados. Ao pisar nos degraus da entrada, o cavaleiro de cavalo menor usou seu Star Stomp, o deus segurou a perna do cavaleiro e jogou-o entre os pilares da moradia. Ekkus se levantou confiante e usou novamente seu ataque de perna…  Falhou de novo. Homados irritou-se e quis acabar logo com a batalha inútil do jovem cavaleiro. “Ares Mousika!!!”, exclamou o deus musical, fazendo vibrar a casa de Ságitário até a destruição juntamente com Ekkus.

Homados chega à casa de Capricórnio.

O fogo de Sagitário Acaba…