CAP-02

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Batalha em Virgem

CAP. 39

 

O cavaleiro de Pegasus adentrou a casa de Virgem e viu o deus musical segurando Ashura pelo pescoço ameaçando matar não só o prateado, mas também os outros guerreiros discípulos de Aster. Alpha interferiu nos planos de Homados lançando seus meteoros pra cima do deus. O que não funcionou; o deus olhou para o bronzeado como se dizendo a sua hora vai chegar com um belo sorriso no rosto.

O divino largou Ashura no chão como lixo ou, um brinquedo velho e voltou sua atenção à Alpha. O cavaleiro estremeceu, mas não saiu do lugar.

Homados caminhou em direção ao cavaleiro menor… O guerreiro de bronze ficou paralizado pela presença do deus que o dominava como uma sinfônia. O deus chegou bem perto de Alpha e disse em seu ouvido: “Calma cavaleiro, eu não vou matar você… Minha missão é outra, meu pai só quer a vida de uma pessoa… Athena.”  – Após falar, Alpha sentiu uma onda vibrar em seu corpo, que o fez adormecer.

O cavaleiro de Pavão tentou impedir que Homados continuasse. O deus se irritou por um instante e mostrou um de seus golpes abrasadores, o Ares Mousika. Uma quantidade imensa de ar concentrado nas mãos de Homados e liberado num chiado inquietante em um maravilhoso, porem horrendo som destruindo parte da casa de Virgem.

O deus segue em frente até a casa de Libra.

 

 

O fogo de Sagitário queima constantemente…

 

 

 

Detenham Homados

CAP. 38

 

Alpha entrou pelas portas da casa e Áries e viu Hoshi caido no chão; o cavaleiro o tocou e o discípulo de Bellier acordou meio espantado. Pégaso perguntou-lhe o que havia acontecido, ele explicou que Homados surgiu como uma musica terrível, mas cativante depois disso ele só lembrava do rosto de Alpha ao desperta-lo.

O bronzeado alado assentiu e disse que precisava deter o deus musical. Hoshi fez que sim com a cabeça e retomou o posto de guardião da casa no lugar de seu mestre.

O cavaleiro correu até o fim da primeira casa zodiacal e saltou as escadas até a casa de Touro; onde o Ox, cavaleiro de Boiadeiro, estava despertando juntamente com seus amigos de treino e deu passagem a Alpha depois do explicado.

Alpheratz como um raio partiu para a casa de Gêmeos que se encontrava destruída em seu interior. O bronzeado achou um corpo de cavaleiro no meio dos escombros e foi acudir. Ao se aproximar o cosmo do cavaleiro se ascendeu e Castor de Triangulo saiu do meio dos destroços da casa. Alpha disse que veio atrás de Homados, o prateado lhe disse  que tentou deter o deus, mas foi incapaz de resistir a tanta musicalidade. Alpha assentiu e partiu para a próxima casa. O lar da ex-cavaleira de Câncer, Perséfone, que também estava silênciosa com seus discípulos caidos no chão.

Na casa de Leão. Alpha entrou meio assustado, pois o piso da casa estava manchado de sangue e havia palmas sangrentas nas paredes e colunas da casa. O guerreiro seguiu os rastros até uma clareira no teto criado por algum ataque em alguma batalha. Lá Hebe estava com seu braço ensanguentado, pois ela havia tentado lutar contra Homados que consequentemente a feriu para mostrar seu poder. Brontes estava em silêncio caido no chão perto da amazona prateada.

Ao chegar perto da casa de Virgem, Alpheratz escutava uns sons de batalha, como se Homados estivesse ali; era hora dele ser domado… Dele ser detido… Era hora dele parar.

 

 

O fogo da casa de escorpião se acabou…

 

Hora de subir as 12 Casas

CAP. 37

 

As agulhas de Phobos ganhava velocidade, porem o zodiaco em volta do selo de Athena se desprendeu do selo num primeiro ataque e deteu as trevas. O Selo que estava na mão do cavaleiro atravessou o campo de batalha junto com o zodiaco afim de acertar o peito do deus que, de fato aconteceu. Phobos ficou apreensivo e assustado, Karol disse que era a vez dele sentir um pouco e medo, fazendo piada com o deus praticamente derrotado. Ele também acrescentou que esse selo no peito do deus era só para paraliza-lo, pois o grande final estava por vir.

O prateado tirou de dentro de sua armadura já toda rachada um trumfo de selos de Athena, os lançou no ar e exclamou “Talisman Cage!” – os selos como num flash rodearam Phobos e meio que uns raios de luz se formaram do peito dele aos selos que o circundavam. O deus tornou-se uma espada robusta e muito elegante com um poderoso selo de Athena no meio dela. O medo estava derrotado.

Karol de Altar cai no chão e, seu discipulo Alpha que estava ali perto também vitorioso veio socorre-lo. O mestre disse que era tarde demais, pois uma vez que se usa o Altar Sacrifice não há volta pois a energia utilizada é o cosmo, mas o combustível é a própria alma. Karol parabenizou Alpha pela coragem e evolução como cavaleiro de Athena e dlhe disse que foi um prazer telo como irmão de batalha e não mais só um discípulo… e morreu.

O cavaleiro de Pégasus o deixou ali e foi correndo atrás de Homados, que estáva atravessando as casas zodiacais.

 

 

O fogo da casa de Electryon queimava…

 

 

 

 

Sacrifício

CAP. 36

 

Karol encarou o deus após receber o golpe, se recontorceu um pouquinho e disse que nada o deterá. Phobos duvidou e lhe lançou outro olhar fulminate, porem o cavaleiro de prata se esquiou do olhar de Phobos e correu para um ataque no âmago do oponente divino. O deus foi lançado para longe, onde Karol esperava para lhe dar outro golpe cheio de poder.

O deus viu o que lhe aguardava e se interrompeu no meio do caminho abriu suas vastas asas e uma sombra gigantesca começou a surgir debaixo delas, uma negritude tão densa que quase era possível tocar. As sombras agora levantavam junto com as asas de Phobos, formando agulhas negras ao redor do deus… Karol ficou chocado com o que estava acontecendo, mas avançou bravamente contra o divino do medo.

“Pensa que pode sobreviver ao poder das trevas?” disse Phobos num tom sarcástico; “Vou lhe mostrar a origem do medo, as eternas sombras… Phobos Proclamation!!!” continuou anunciando o golpe.

Enquanto Karol e o turbilhão de agulhas negras avançavam, o cavaleiro usa eu Divine Protection afim de se proteger do impacto contra as sombras. O que foi inutil, pois quando houve o confronto, a luz divina de proteção do prateado rompeu-se e o primordio do medo lançou o Grande mestre ao chão clamando por ajuda, pois estava com muito medo naquele momento de colisão.

Phobos lambeu os labios como se achace o sofrimento alheio muito atrativo.

Karol levantou-se assustado, mas não vacilante… o deus lhe disse que o próximo ataque seria decisivo e que tudo estava prestes a acabar.

O prateado respondeu que então essa era a hora de mostrar ao mundo para que serve um Altar. Phobos não deu ouvidos e começou a estender suas enormes asas. Como da outra vez, novamente uma enorme sombra densa surgiu por debaixo das asas do deus…

Karol ajoelhou no chão, colocou uma mão no coração e outra no chão e começou a fazer uma prece em cima de um dos selos de Athena que ele possuia…

Phobos não pestanejou e continuou a erguer as asas. Ao redor do prateado o desenho do zodiaco apareceu e a mão que estava no chão com o selo era o centro do desenho, o Sol. O cavaleiro de Altar ergueu-se juntamente com o simbolo criado em volta do selo que brilhava na intensidade solar; a mão que tocava o peito agora lhe perfurava e arrancava uma grande quantiedade de sangue que encharcava o selo, tornando o brilho solar como um por-do-sol, o cosmo de Karol dendeu ao infinito…

Phobos recuou um pouco suas asas desconfiado do que estava para acontecer, mas continuou erguendo-as…

Karol estava pronto……….”Altar Sacrifice”

Phobos também…………….”Phobos Proclamation”

 

O fogo de Libra se extinguiu…

 

O verdadeiro alado

CAP. 35

 

Após ter todo seu poder restaurado, o cavaleiro de Altar avança pra cima de Phobos com uma velocidade incrível… O deus estremece ao ver que o cavaleiro chegou perto demais e sem perceber o punho do prateado estava estendido para seu rosto… Phobos sente em seu rosto o poder de um cavaleiro de prata e, deboxa do ocorrido dizendo que ele esperava muito mais agora que ele, o cavaleiro, estava com todo o poder restaurado.

Karol se enfurece e avança novamente, mais rapido do que antes e o acerta de novo e de novo… Phobos não parava de gargalhar recebendo os golpes do prateado… porém houve uma vez que o deus agarrou o braço de Karol e o olhou nos olhos dizendo: “Minha vez… Bia Phobia”, Karol sentiu-se como se todas as suas células paralizassem de tal forma que ele não conseguia mais se mexer… seus olhos lacrimejaram como nunca haviam feito antes, seu corpo tremeu violentamente, o cavaleiro se colocou em posição fetal e seu nariz começou a sangrar. “Esse é o poder do medo, o verdadeiro…” disse Phobos.

O grande mestre se levantou e disse que um medinho não iria para-lo… O deus gostou do desafio e lhe deu novamente seu golpe ocular.

Perto da entrada da casa de Áries, Alex se prepara para eliminar Alpha com seu Pegasus Climax; O cosmo do oponente se eleva ao maximo que pôde, então as galaxias dançavam ao redor dele e se chocavam em seu âmago. Uma aurea aumentou como se fosse uma ameaça, o bronzeado recuou um pouquinho, mas ainda decidido a lutar. A aurea voltou ao centro do universo que agora era Alexander de Pegasoser, e o envolveu com um poder quase inimaginável. Asas de luz surgiram na massa de cosmo que o circundava e um pegasus de poder voou com intensidade aos céus sugando todas as forças de Alex… O cavalo voador ascendeu, parou no ar e focalisou seu alvo, Alpha.

O alado vinha com poder e velocidade pra cima do cavaleiro de bronze. Ele sentiu que precisava de ajuda novamente, elevou seu cosmo e ergueu as mãos para tentar parar o equino mitológico. O cosmo de Athena apareceu junto ao de Alpha e ela também ergueu as mãos para o destrutivo poder. O Pegasus de luz e poder choca-se contra os punhos do cavaleiro formando um reboliço. O bronzeado fica inconciente com o impacto, mas o cosmo de Athena não o deixa ceder.

Alex fragílizado com o grande poder que lhe foi tirado só pode olhar o feito do guerreiro de bronze.

O golpe luminoso tornou-se uma esfera de luz nas mãos do Pegasus adormecido envolto pelo cosmo da deusa guerreira. Alpha abriu os olhos, a bola de energia se intensificou, formou asas de um tom azulado bateu asas e voou ao som da voz do cavaleiro de Pegasus que dizia Pegasus Climax… “…Não é possível…” disse Alex vendo seu magnífico poder voltando contra ele mesmo. Pegasoser recebe o impacto e cai vencido no chão sem direito a palavras finais…

 

 

O fogo da sexta casa começa a se acabar…

 

 

Cosmo

CAP. 34

 

Pegasus retoma a batalha; mesmo perplexo com o que acabara de acontecer. Alex o inimigo diz que o poder de um pegaso vai muito além de meteoros ou luzes que ofuscam a visão inimiga, o poder do pegaso vem da ansia de proteger seu mestre… Acrescentou também que na mitologia o cavalo alado foi usado por muitos heróis e em toda batalha seu montador saiu vitorioso. Após as sabias palavras do oponte Alpha descobre em si uma ansia por cuidar de Athena, de protege-la mesmo que o preço fosse sua vida. O cosmo do bronzeado elevou-se ao máximo que pode, Alex ficou perplexo com o grande poder que o cosmo do cavaleiro emanava. Alpha o olhou por um segundo e disse “muito obrigado, agora eu usarei meu verdadeiro poder… Protegerei Athena com minha vida…”

Alpha ergueu as mãos aos céus e gritou o nome de Athena o mais alto que pode. No meio da reunião zodiacal Athena foi a janela ver quem a havia chamado, mas não achou ninguém…

O cosmo quente e azulado do bronzeado tornou-se uma coluna de poder pronta para ser moldada…”Pegasus Ryu Sei-Ken” os socos rápidos do cavaleiro tomam mais velocidade e mais poder e vão de encontro ao Cadente Regina de Alex. Os meteoros colidem num grande e violento poder. O oponente sente seus meteoros serem vencidos pelos cometas brilhantes do bronzeado… Alex fica pasmo no chão quando é acertado por centenas e poderosos meteoros.

Alexander levanta-se e diz que mostrará ao jovem guerreiro o poder o cavalo alado o Pegasus Climax.

Alpha se mostra confiante e diz que deterá a técnica do oponente.

Karol avança sobre Phobos que o lança para longe com um único movimento de mão. O prateado vê que seu discípulo está se dando bem até o momento e também decide lutar contra o deus com todas as suas forças e recursos. Phobos riu-se, pois apesar de seu meio irmão ser derrotado, ele o medo não iria ser selado.

O cavaleiro de Altar apela com suas orações preciosas, ele ajoelha coloca a cabeça no chão e clama pela intervenção da deusa. O cosmo do prateado se eleva ao infinito… Phobos se espanta por um momento mas não vacila. Karol se levanta com as mãos ainda em prece e exclama nas alturas “Supreme Pray!”; A forma de Athena surgiu atrás do grande mestre, o cosmo de Karol tornou-se dourado vivo, os cabelos brancos retomaram sua cor original, um louro da cor do meio dia, os musculos voltaram a sua força real, os lhos ganharam de volta o brilho a juventude, verdes como a densa floresta e sua armadura de prata brilhara como nunca havia brilhado. Phobos estava diante de um cavaleiro de Athena em pleno poder.

 

 

O fogo da sexta casa continua queimando…

 

Oponentes poderosos

CAP. 33

 

Alpha disparou pra cima de Pegasoser.Alexander estendeu suas asas e disse num sopro elegante “Total Blow…” o cavaleiro de pegasos voou para a entrada da casa de Aries e destruiu parte da casa. Karol olhou de relance para ver se o bronzeado estava bem. Alpha levantou-se e fez um sinal positivo para o Grande mestre.

O cavaleiro de Altar voltou todas as suas atenções a sua batalha contra Phobos. O mestre do santuário cruzou os dedos das mãos, juntou-os ao peito e estendeu as mãos de lado… Duas asas de cosmo apareceram atrás de Karol, ele tomou essa cosmo energia em suas mãos e lançou contra o Medo exclamando “Angelus Magnata!!!”

Phobos viu o imenso poder do prateado chegar ao seu encontro, mas nem se mexeu; riu-se e o golpe foi devolvido. Karol rapidamente usou seu Divine Protection e conseguiu sair ileso do contra ataque.

Alpha eleva seu cosmo e tenta acertar Alexander novamente, ele por sua vez revira os olhos e explica ao garoto que será impossível acerta-lo. O bronzeado duvida e diz que enquanto Athena existir sempre há uma esperança por mais remota que seja; seu cosmo toma intensidade e a forma do pegasus surge atrás de Alpha. “Pegasus Ryu Sei-ken!” Pegasoser em frente o golpe do cavaleiro de Pegasus o desafia com o olhar e exclama seu golpe “Cadente Regina”… Os golpes colidem e somente o bronzeado leva alguns golpes de Pegasoser e cai no chão.

Karol sem vacilar continua atacando Phobos que sem piedade devolve os ataques com poder dobrado pra cima do prateado.

 

 

O fogo da casa de libra continua a queimar…

 

 

 

Mestre e discípulo

CAP. 32

 

Karol desafiou Phobos.

O deus nem deu ouvidos pois para ele era um desperdício lutar contar um velhote, desta maneira ele, Phobos, pediu a Adramelec lutar contra Karol.

O grande mestre livrou-se de suas roupas de rotina como mestre do santuário e mostrou a armadura prateada que vestia seu corpo, a armadura de Altar.

Sickle não se deixou abater e partiu pra cima do prateado com seu Gyro Slash. Karol estendeu sua mão direita aos céus e uma luz o envolveu enquanto ele dizia calmamente “Divine Protection…”. O cavaleiro de Sickle Voou pra longe após chocar-se com a barreira divina do Altar. Neste meio tempo Karol de ajoelhou em posição de oração, fechou seus olhos e clamou “Altar Cry!” Adramelec sentiu uma força divina o dominar e o destruir num grito de desespero. Adramelec de Sickle morre diante dos deuses presentes.

Phobos se impressionou com o poder de Karol, mas não se convenceu em parar seu objetivo para lutar com ele. Alexander tomou seu lugar na luta, pronto para acabar com Karol. Alpha que havia levado Pallas para repousar estava presente e foi ajudar Karol a enfrentar os inimigos. Altar se recusou a aceitar a ajuda do bronzeado, mas acabou cedendo, pois não havia muitas opções no momento.

O deus do medo pediu para que Homados continuasse com o plano. Ele paralisou os cavaleiros de Athena com sua presença musical e seguiu adiante.

Phobos aceitou o desafio de Karol e Alpha lutara contra Pegasoser

 

 

O fogo da casa de libra acaba de começar…