Taça prateada

CAP. 28

 

À oeste do santuário acontece um ataque maciço sobre o santuário.

Os cavaleiros de bronze juntamente com alguns soldados do santuário conseguem barrar alguma parte do ataque, porém o líder escapa e vai de encontro com Helena de Taça que o aguardava fora do ataque direto.

A amazona vê que o inimigo é o dobro do tamanho dela, com o triplo de massa muscular… “Sou Diego de Rinocer…” disse o monte de força ambulante.

Helena deu um passo para trás, juntou as mãos e uma espécie de globo espacial apareceu em suas mãos quando as afastou. Ela o estendeu diante de si e o multiplicou formando seis esferas dimensionais; elas começaram a girar e desapareceram. Rinocer ficou meio confuso e partiu pra cima da guerreira gritando “Strong Impact!!!”; a amazona desmascarada, nem se mexeu. Uma das esferas prendeu Diego numa espécie de jaula. Helena explicou que seu ataque Fate Jail funcionava como um campo minado e que uma vez preso, somente um deus poderia se libertar.

Diego entrou em desespero e tentou se livrar da armadilha que a cavaleira de Taça havia armado.

Ela por sua vez juntou as mãos novamente e um novo globo surgiu desta vez dava para ver que dentro dele havia um liquido transparente como água, ela jogou a esfera no solo e o liquido escorreu e se infiltrou na terra. A amazona se despediu de Rinocer e disse que os cavaleiros de Athena não brincam de defender um deus, eles realmente defendem com tudo o que tem. “Future Sight…” Um rio de poder desceu dos céus e consumiu Diego por completo.

Nemeia e Cane vieram ver o que havia acontecido neste meio tempo… Eles viram que a amazona sem mascara ganhara a luta sem muito esforço.

O fogo da quinta hora já havia começado…

 

Visita Inesperada

CAP. 27

 

O dia de repente escureceu. Os cavaleiros que estavam guardando o santuário adormeceram. As portas do salão zodiacal se abrem.

Os dourados sentem um cosmo muito maior que o de Ares e Athena juntos. Um garoto surge segurando um medalhão em forma de estrela.

O garoto diz que viajou durante quatro anos em busca de Athena para ajudá-la contra Ares.

Ela pergunta quem ele é.

Ele responde:

“Meu nome é Jacoh… ou melhor… Hades…”

Os dourados se alarmaram e se posicionaram ao redor da deusa. Ele disse que Hades não estava desperto completamente dentro de si e, que ele era capaz de reter a obscuridade do coração de do deus. Athena disse aos seus cavaleiros que estava tudo bem, que ela iria aceitar a parceria dele.

O menino desmaia no salão. Athena o socorre e a reunião do zodíaco continua.

Os guardiões responsáveis pelas casas acordam como se nada tivesse acontecido, o Sol volta a brilhar e os ataques ao redor do santuário continuam.

 

 

O fogo da casa de Leão está quase no fim.

 

Herói

CAP. 26

 

Uma labareda de fogo destruiu a chuva de flechas.

 

Kheiron chegou a tempo de ajudar seu amigo.

 

Henrietta lança a chuva de flechas novamente… E… Kheiron desta vez serve de escudo para seu amigo Robin.

 

O cavaleiro de Flecha pergunta ao cavaleiro que serviu de escudo o porquê dele se sacrificar. Kheiron explica que nos tempos mitológicos um centauro morreu por um humano para que ele se tornasse um herói, e que era seu destino morrer por ele para que o cavaleiro de Flecha se tornasse um herói. Logo após essas palavras Centauro morre.

Robin eleva seu cosmo até o infinito e alcança o sétimo sentido. Ele olha para a inimiga com olhos de fúria, lhe aponta o braço esquerdo e declara a derrota dela. Ela ri e lança sua chuva de flechas novamente. Ele concentra e afirma com as palavras “Phanton Arrow.”. Uma chuva de flechas fantasmas surge e vai de encontro as flechas de Henrietta.

O cavaleiro de prata desliza no meio das flechas, localiza a oponente e desfere o golpe final… “Atomic Arrow!!!”… Henrietta cai vencida.

Robin de Flecha se torna herói por intermédio de Kheiron de Centauro.

 

A reunião dourada continua…

 

Flechas sob os céus

CAP. 25

 

Robin persegue Henrietta até a divisa dos montes com a parte onde se localiza as doze casas zodiacais.

A inimiga vira para olhar o cavaleiro. Ela lhe manda um sorriso sereno, lhe aponta uma flecha e diz “Force Attack”; uma flecha de poder corre para acertá-lo, mas o prateado consegue escapar. Ela dá uma risadinha e para de fugir, declarando que agora ela iria parar de brincar.

Flecha prepara-se para enfrentá-la. Ela posiciona o arco para ele junto com três flechas. Ele espera para ver como reagir. “Tri-Attack!” exclama Henrietta. As flechas tomam velocidades diferentes, uma rápida, uma na velocidade do som e a outra na velocidade da luz. A ultima acerta Robin, mas ele se levanta pronto para retribuir o ataque; estende o braço que tem forma de flecha lançando o ataque que ele desenvolveu com a ajuda de seu mestre Atomic Arrow.

Um grande poder partiu os céus e a terra, mas a oponente conseguiu escapar como uma pluma. Ela aponta o arco novamente e lança o Tri-Attack sobre Robin que é acertado por todas as flechas de luz. Ele cai meio entorpecido no chão.

Ela chega perto dele, o encosta numa pedra, da-lhe um beijo suave no rosto e diz que ele ainda não está pronto para ser um cavaleiro, ainda mais de prata; e que ela iria acabar com ele, pois Robin estava ocupando o lugar de alguém muito melhor que ele.

Henrietta se afasta, aponta o arco pro céu e grita fielmente “Arrow Rain!”. Uma chuva de flechas descende dos céus… O alvo… Robin.

 

CAP.06

6. HORMÔNIOS

 

Era sábado. O Sol estava lindo no céu nublado (bom, adoro céu nublado).

O senhor Watson havia acordado mais cedo para fazer o café da manhã. A mesa não estava farta como de costume, mas ele cozinhava igual ou até melhor que minha nova mãe.

Jacoh sentou-se a minha frente, mas como sempre, nem olhou para mim, minto, Charles o fez forçar um sorriso; dei umas risadinhas simpáticas, mas Jacoh pareceu, ou melhor, parece não ligar para minha existência.

Após o café da manhã, fui estudar um pouco em meu quarto, tinha muita coisa atrasada ainda e, precisava adiantá-las, pois as provas logo chegam. Enquanto fazia uns exercícios do senhor Numberous, pensei em alguns motivos para Jacoh me detestar tanto. Talvez eu passasse muito tempo com Olly e isso estivesse afetando ele de alguma forma, ou talvez eu esteja tirando dele o que lhe sobrava de atenção, não sei ao certo.

Continue fazendo sem pressa os exercícios, eram muito complicados, mas nada muito especial, eu já havia tido essa matéria no Brasil.

Já havia passado quase duas horas de estudos, desci para beber água e comer algo.

Quando subi, passei em frente ao quarto de Jacoh e percebi que ele não estava no quarto, lembrei que nunca havia entrado no quarto dele. Olhei em volta e não vi sinal dele por perto e, decidi aventurar-me.

O quarto era bem iluminado, nada de muito diferente de um quarto adolescente normal. Pensei que ia ser bem diferente, tipo um quarto escuro com teias de aranha, uma cama em forma de caixão, sei lá.

Quando matei minha curiosidade, Jacoh aparece bem atrás de mim.

-Ai que susto! – gritei

– O que você faz aqui?  – me espantei com a calmaria dele. Sempre quando falava comigo, ou era em tom de deboche ou gritando, uma total loucura.

– Nada, só queria ver.

– Gostou do que viu? – mais uma pergunta estranha. Só balancei a cabeça positivamente.

Nesse momento eu me senti estranho, com frio na barriga. Jacoh avançou e eu recuei quarto adentro. Tropecei em sua mochila e fiquei caído junto a uma quina de parede. Comecei a suar frio.

Jacoh sentou-se em meu abdômen de pernas abertas. Achei muito estranho, mas meu corpo não conseguiu reagir. Algo estava me controlando e eu não sabia o que era.

Comecei a salivar continuamente. Meu fôlego não acompanhava meu respirar tranqüilo, agora ele seguia ritmos mais rápidos. Jacoh continuou em silencio e deitou sua testa na minha. Pude sentir sua testa fria na minha.

O menino emo passava a língua vagarosamente nos lábios. Isso estranhamente me deixava excitado, não era para eu estar assim. Uma força estranha em minha cabeça dizia para que eu o beijasse, mas não pude me mexer, e nem queria.

Jacoh avançava. agora seu nariz tocava o meu. Pude sentir sua respiração, quente, isso me deixava com mais excitação. Queria que essa situação logo acabasse, mas algo queria muito mais, e quando digo mais, realmente quero dizer mais.

Que loucura! Mas no que é que eu estou pensando?! Pare de pensar nisso Luidge, recobre o controle de seu corpo homem. Puxa como ele é sexy, olha esses olhos. Aff de novo, pois é meu amigo, eu não consigo mesmo me controlar, a única coisa que consegui fazer foi fechar meus olhos e deixar rolar.

Minha respiração estava ofegante e meu coração havia acelerado ainda mais, estava muito ansioso pelo o que iria acontecer, eu nunca havia beijado um garoto antes, acho que deve ser a mesma coisa, ou melhor, só um pouco mais estranho. Boca é tudo igual mesmo, umas com mais carne e outras com menos. Reabri os olhos e sua mão direita estava dedilhando meus lábios, enquanto sua mão esquerda puxava minha nuca para frente.

Até então Jacoh não havia me olhado diretamente nos olhos. Foi só eu pensar nisso que logo ele me deu uma fitada e pude ver que suas pupilas estavam brancas e seus olhos incrivelmente vermelhos.

– JACOH! PARE JÁ COM ISSO! – ordenou uma voz forte. Não reconheci na hora, pois alguma coisa também estava afetando meus sentidos. Sério todos eles. Vista embaçada, a pele formigando, a língua dormente, não estava conseguindo distinguir sons e, acho que meu faro estava normal, sei lá, tanto faz, faz tempo que não sinto cheiro de muita coisa.

Jacoh rapidamente se levantou e se afastou de mim. Por um momento pude ver de quem era a Voz. Charles, meu pai temporário aqui na Inglaterra.

Lembrei de relance do meu ultimo sonho. Jacoh estava sorrindo de forma maligna e seus olhos avermelhados me fitaram. Temi o pior.

Meu coração começou a acelerar, e uma onda de pressão bombardeou minha cabeça com dores fortes. Senti tudo embaçar, mas pude sentir que estava mais leve. Parecia não estar mais no chão, meio que flutuando.

As dores continuavam me afligindo percebi que a mobilha de Jacoh também estava suspensa junto comigo. Eu parecia estar gritando de dor, exclamando algo como pare ou me ajude, sei lá.

A voz do senhor Watson pareciam não surtir efeito, mas pude ouvir algo como “tente Pará-lo Jacoh”, mas o menino, ou pelo menos sua silhueta, estava paralisado diante de mim.

Quando pensei que estava parando, comecei a ouvir vozes muito alem do meu conhecimento, tipo:

“Aff! De novo esse episodio!?”

“… não acredito que você beijou o Felix!”

“… lembra daquele dia em que nós fomos lá ao lago e… Huhuhu…”

“Odeio esse filmes estrangeiro eles só me…”

“… o que foi que eu fiz…”

Outra onda de choque me acertou, eu caí no carpete do quarto de Jacoh e pude ver por um por um instante a parede rachando e as canetas do estojo de meu irmão novo e chato encravar na parede ao redor do mesmo, Jacoh.

Eu só podia estar louco, não era possível que estivesse voando por um momento, ouvindo vozes e fazendo as coisas racharem. Logo após, vi Jacoh sendo prensado na parede, ele gritava de dor, pedindo para que eu parasse, mas não pude, pois algo dentro de mim queria destroçá-lo.

Ele continuava a gritar:

– ME AJUDA PAI! – ele fazia uma cara de quem não agüentaria por muito tempo.  – O FAZ PARAR! – agora eu tinha certeza que estava o matando.

Charles se aproximou de mim, quando o olhei de relance, ele já não estava mais ali, uma onda de choque atingiu meu cérebro e o senhor Watson estava fora do quarto. A porta se fechou. Estava somente eu e Jacoh no quarto.

Eu não estava mais suportando a dor em minha cabeça e não agüentaria viver com uma família em que eu havia matado seu filho de uma maneira bruta.

O pai de Jacoh batia insistentemente na porta pedindo para que eu parasse.

Nisso, olhei mais uma vez para o rosto aterrorizado do garoto e observei que seu nariz sangrava. Desesperei-me.

– EU NÃO CONSIGO! – Finalmente eu juntei força e gritei rapidamente.

– Tente não pensar demais! – retrucou Charles, de forma firme e clara.

– NÃO ACHO QUE VAI DAR CERTO!

– SOCORRO! – gritava o garoto

– Você já está falando comigo é um bom sinal.

Tentei me concentrar em matemática, mas Jacoh continuava berrando de dor. Mas de forma mística adormeci. Simplesmente apaguei.

Quando acordei, Jacoh estava ao meu lado sentado num banquinho.

Ergui-me devagar, ele me ajudou. Seu semblante ainda era de um gatinho assustado, não era de se espantar, eu quase o matei.

– Oi… – disse o garoto timidamente, com a voz fraca e bem baixinha, quase um sussurro.

– Oi – respondi meio confuso, eu ainda não sabia quanto tempo eu estava apagado, ou se eu havia tido um sonho.  – É… – comecei – Bom… – não sabia o que falar para ele, alias Jacoh não gostava muito de mim, e eu ainda não tinha certeza de muita coisa. – Você…

– Desculpa! – Jacoh me interrompeu bruscamente. Fiquei espantado e rapidamente ergui minhas sobrancelhas e arregalei os olhos. Pisquei algumas vezes. Não era sempre que se ouvia a pessoa de Jacoh pedir desculpas. Pensei um pouco e resolvi balançar a cabeça positivamente, mas antes disso eu me atrevi a perguntar algo que estava me matando.

-Desculpar pelo o que?  O que exatamente aconteceu? – Jacoh revirou os olhos, baixando-os, deixando-os longe dos meus.

– Eu sem querer…  – iniciou – Ativei algo sem querer… Desculpa.

Hã?! Pensei comigo mesmo. O que ele havia ativado? Estava totalmente perdido.

– O que foi ativado?

– É… Você não sabe ainda né? – se eu soubesse não estaria perguntando, pensei, só pensei. Balancei a cabeça negativamente. – Eu não sei direito o que você é, mas… – agora eu sou alguma coisa, que interessante – algo que eu fiz, fez algo dentro de você acordar… – fitei o garoto descrente de tudo.

– E, o que você fez comigo naquela hora? – um assunto muito delicado.

– Bom, eu, é, você sabe, eu…

– Calma Jacoh. Explica devagar. – ele parecia muito nervoso e, eu convenientemente quis ajudá-lo.

– Eu queria lhe dar uma lição, mas eu não consegui

– Ai você…? – instiguei.

– Eu estimulei seus hormônios a meu favor. – Como? Pensei alto.

– Como?

– É difícil de explicar. Meu pai lhe explica depois.

Beleza. Ele havia estimulado meus hormônios a seu favor. Realmente muito místico. Fez um silencio, mas em minha mente eu continuava a pensar na estimulação de hormônios. O que levou ele a me estimular a seu favor. Será que deveria perguntar? Não sei. Agora depois do ocorrido, Jacoh Watson parecia um adolescente “normal”.

Fitei-o por um instante e vi que seus olhos estavam inchados de tanto lacrimejar e, que sua Iris estava mais clara, pois suas lagrimas haviam lavado seus olhos durante a tortura que lhe causei. Sua franja negra cobria parte de seu rosto como sempre.

Agora que o olhei melhor, Jacoh é bem bonito. Os três têm o mesmo tanto de beleza, não era pra menos, seus pais eram deuses gregos esculpidos em carne.

– Desculpa. – disse ao menino assustado com um sorriso simpático no rosto.

Ele virou-se para mim, balançou a cabeça de forma positiva e abriu um sorriso estonteante, igual ao de Ollivia. Fiquei surpreso, pensei que ele não possuía a capacidade de sorrir.

O silencio voltou novamente, mas me atrevi a quebrá-lo.

– Doeu? – Jacoh fitou o nada por um instante. Não demorou muito tempo. Ele balançou a cabeça devagar e piscou algumas vezes. – Eu não consegui parar, eu…

– Tudo bem… – disse o garoto olhando em meus olhos – Eu também fiz você sentir coisas contar sua vontade, então estamos quites.

– Beleza. Eu só tenho mais uma pergunta.

– Pode falar…

– Por que você me odeia tanto? – graças ao bom Deus eu perguntei isso. Estava formando um nó na minha cabaça ter que guardar essa duvida cruel. Finalmente vou saber a resposta.

– Hum… – Jacoh começou a pensar. Parecia uma eternidade. O que será que ele estava pensando? O garoto começou a mudar sua expressão. Ele bufou e tentou fugir. Eu rapidamente ergui meu braço e agarrei seu braço. – Calma. Eu não estou brigando com você. É uma pergunta amigável. Se não quiser me contar tudo bem.

Jacoh sentou-se novamente e respirou profundamente. Ficamos em silencio por um bom tempo.

– É por causa da Ollivia. – a voz do menino rompeu o constrangedor silencio.

– O que tem ela? – ousei perguntar.

– Sabe os anjos da guarda? – meu irmão emo estava à beira do delírio, agora eu tinha certeza de que ele é louco.

– Sei. – afirmei cético.

– Ollivia é o meu anjo. – morri. Jacoh é louco.

Antes que eu pudesse perguntar alguma coisa a mais a Jacoh. O senhor Watson entrou em meu quarto e disse que queria falar comigo e, pediu para que seu filho fosse comer alguma coisa, para nos deixar sozinho.

Antes dele sair do quarto, atrevi-me a perguntá-lo algo que estava preso em minha garganta, depois de passar um bom tempo com ele:

– Jacoh! – chamei. O garoto parou do lado de fora da porta, e me olhou pelos ombros. – Amigos?

O menino emo virou o rosto para a saída, acenou com o polegar de forma positiva e fechou a porta.

 

Nº05

“1,2,3…”

1,2,3 não vou esquecer, maybe

Em 1,2,3 segundos talvez, maybe

Em 1,2,3 virá me buscar, então não posso vacilar, Senhor vem me buscar.

Vem

Salto, salto, salto até o amanhecer, e logo

Vem, vem , vem não vou me esconder

A dica está ai,  a natureza traduz, e o céu vai se escurecer, trobetas vão tocar.

Vem

 

1,2,3 vou me recordar, maybe

Em 1,2,3 semanas talvez, maybe

Em 1,2,3 virá me buscar, então tenho que vigiar, Jesus vem me buscar.

Vem

Pulo, Pulo, Pulo até o anoitecer, e logo

Vem, vem , vem não posso me perder

A dica está ai,  a humanidade traduz, e o Sol vai morrer, as velas ascender

Vem

 

1,2,3 tenho que orar, maybe

Em 1,2,3 mêses talvez, maybe

Em 1,2,3 virá me buscar, então não posso Te esquecer, Senhor vem, vem, vem.

Vem

Passo, passo, passo até o entardecer, e logo

Vem, vem , vem tenho que me preparar

A dica está ai,  a terra traduz, a Lua se avermelhará, cavalos vai mandar.

Vem

1,2,3 a hora vai chegar, maybe

Em 1,2,3 anos talvez, maybe

Em 1,2,3 virá me buscar, o material eu vou deixar, Senhor me leva já.

Vem

 

1,2,3 a hora vai chegar, maybe

Em 1,2,3 séculos talvez, maybe

Em 1,2,3 virá me buscar, minh’alma pode levar, Senhor vem me buscar.

Vem

Hop, step, jump até o Senhor chegar e logo

Vem, vem , vem de braços abertos te esperar

A dica está ai, meu coração traduz, As trevas vão se levantar, a luta vai se travar.

Vem

 

Lunatto

 

Norte… O novo ataque

CAP. 24

 

Já havia passado quase três horas desde que a reunião havia começado.

Perto de um dos montes que circundavam o santuário, ao norte, dois cavaleiros de Prata e vários soldados do santuário conversavam como estava o andamento da guerra contra Ares.

Até que houve uma invasão não muito longe dali. Como o relógio de fogo ainda não tinha se apagado os cavaleiros de prata ali presentes, Robin de Flecha e Kheiron de Centauro tentam intervir; era hora deles entrarem em cena e mostrarem seu valor como cavaleiros de Athena.

Chegando ao lugar da invasão, os prateados encontram três Armas do exercito de Ares, Henrietta de Greatbow, Koyoken de Knuckle e Venom de Whipe. Eles estavam lá para interromper a reunião que estava acontecendo.

Henrietta encontra uma brecha e sobe o monte que dá direto ao santuário; Kheiron pede a Robin que siga a invasora, pois ele dá conta sozinho do restante. Flecha assente com a cabeça e segue Henrietta.

Kheiron os encara. Venom arrasta seu chicote no chão e diz que o cavaleiro é uma gracinha e adorará vê-lo gritar de dor. Centauro avança pra cima dele, mas é interrompido por Koyoken. “Kaze Claws” diz o inimigo. Kheiron sente seu corpo se corta por laminas de vento muito poderosas. O ataque de vento acaba e é a vez de Whipe realizar o combo. “Flash Whipe” fala sedutoramente Venom chicoteando o prateado diversas vezes, como se a ventania de Knuckle não estivesse cessado. O cavaleiro de Athena está no chão.

“Ai que gostoso! Quero mais Koyoken… Deixa, deixa???” diz Venom eufórico. Knuckle assente e Venom volta a chicotear Kheiron.

O chicote estalava no ar, o prateado pegou o chicote de Whipe e o lançou em umas rochas seguido de seu ataque de fogo intenso Babel’s Flame. Venom morre.

Koyoken diz que Venom era um saco mesmo e que não se importava. Kheiron Lança seu ataque sobre Knuckle, mas não surte efeito, pois as garras de vento devolvem o ataque flamejante com o dobro de poder pra cima do prateado. Ele segura a enorme bola de fogo em suas mãos, concentra e o lança de volta ao oponente como uma enorme flecha de fogo, rápida e mortal. Koyoken é perfurado por essa flecha que Centauro chamou de Blaze Arrow e morre.

Kheiron pensa que acabou quando o chicote de Venom fere seu rosto. “Você nos venceu… Coff coff… Mas também i ira morrer… Lentamente com meu Toxic Slap… Um ta tapa cheio de veneno q que entra entrará na sua corrente san sang sanguínea e… E o matará… ” Venom diz e logo morre.

Kheiron sem muito tempo corre atrás de seu amigo.

 

Bronze com brilho de ouro

CAP. 23

 

Andrômeda espera ansiosamente que Griphoner a ataque. Depois de uns minutos finalmente Pallas sente a presença do inimigo se aproximar; ela abre os olhos e lá está o adversário, a guerreira desvia, porem era só uma ilusão. O verdadeiro estava atrás de Pallas pronto para nocauteá-la, as correntes se movem num reflexo e acertam Graea em cheio.

O inimigo está no chão confuso com a situação. A amazona explica que a corrente de Andrômeda a protegerá a qualquer custo, mesmo que ela não sinta o inimigo por perto elas o sentem e o atacam sem ordens diretas. Graea acha muito interessante e volta a atacá-la. Ele sobe nas alturas e desce numa velocidade incrível “Spiral Glyde” é o ataque gritado por ele. “Iron Shield” Foi a tentativa de defesa da bronzeada. Graea passou bem no meio do escudo em quanto ele ainda estava se solidificando. A amazona estava no chão. A mascara que cobria seu rosto partiu, seu abdômen estava ferido e parecia que ela estava com hemorragia. A cavaleira se levantou lambendo os lábios e disse que era a vez dela o acertar. Ele riu-se e a desafiou. Pallas usou seu Temporal Chain para persegui-lo; nisso ele já havia usado seu Sky Illusion. A corrente destruiu todos menos o original que ainda estava flutuando no ar. Num reflexo ele para bem perto de Pallas e diz que estará tudo acabado em poucos segundos e que ela não iria sofrer muito. Neste momento varias penas os circundaram formando um turbilhão. A amazona de bronze ficou meio tonta e relaxada… “Feather Tempest” exclamou Graea rodopiando no ar. Pallas teve um momento de consciência e tentou utilizar o Circular Defense, teve um efeito mínimo, pois as correntes, a armadura e parte do corpo da amazona foram dilacerados pelo turbilhão de penas.

Pallas estava acabada no solo completamente destruída por Griphoner.

A cavaleira levanta, ela ainda possui a corrente triangular, a perna direita e o braço esquerdo da armadura. Graea voa novamente, Pallas lança a corrente que lhe sobrara no chão e diz “Geo Chain”, a corrente entra no subsolo e sai dele trançando a terra, Graea fica confuso e tenta acertar a amazona novamente com seu Spiral Glyde. Enquanto ele vinha as correntes que estavam no subsolo ia de encontro a ele. Griphoner para rapidamente e exclama um outro ataque, mais devastador que o Freather Tempest, “Corona Vaccum Wave!!!” As correntes que vinham estavam destruídas, o resto da armadura da bronzeada se consumiu e o solo debaixo dela rompeu de uma forma intensa. Pallas cai de novo. Graea pensa ter vencido, quando sente o cosmo da amazona aumentar em grande escala. Ela se levanta.

Graea diz que ira destruí-la de vez e sobe numa brisa que passava para usar o Spiral Glyde e acabar com a guerreira. No ato de vir ao encontro da amazona Griphoner sente um desequilíbrio e cai violentamente no chão. Pallas diz que quem iria ser destruído era ele. “Nebula Stream” Exclamou Andrômeda. O corpo de inimigo ficou atado a correntes de ar poderosíssimas. “Nebula Storm”, as correntes de ar não mais atavam, corriam num sentido só destruindo tudo em que estivesse ao seu alcance. Graea cai no solo. O vento pressurizado se ameniza, mas não cessa. A cavaleira diz que pode aumentar a intensidade da corrente de ar o quando ela quiser até se tornar um tornado inesgotável de força. Ela afirma que ele morrerá dentro deste tornado.

Pallas começa a aumentar a força e a velocidade do Nebula Storm gradativamente. O inimigo sente a pressão do ar tenter ao infinito, os resíduos do vilarejo já não existiam mais quando Andrômeda finalizou-o com seu: “Nebula Hurricane” As correntes de ar tomaram uma força tão impressionante que o corpo de Graea foi encontrado aos pedaços no vilarejo seguinte.

A guerreira cai exausta no chão. Alpha a leva  ao santuário e Pyro fica de guarda na fronteira Sul.

 

Calor de um guerreiro

CAP. 22

 

A corrente de Andrômeda cessa de protegê-los e cada um toma seu posto na luta, Pallas vai atrás de Graea e Alpha e Pyro estão diante de seu oponente, Moogle de Dagger.

A adaga de Moogle brilha forte como um cosmo emanado; Alpha e Pyro se perguntam o que significa esse cosmo emanado. Dagger responde que é um fragmento do cosmo de Fornalha e será usado para acabar com os bronzeados.

Pegasus utiliza seu famoso golpe de meteoros, mas o oponente parece ser mais rápido que os golpes de Alpha. Ele, Moogle, dá uma risada maligna e avança para cima dos cavaleiros menores. “Cosmo Dagger” é gritado pelo adversário. Pyro segura a lamina fortemente como se não fosse nada, absorve o impacto e trás pra perto de si o oponente. Quando ele está bem perto o cavaleiro de bronze diz: “Quem é você pra me atacar pelas costas Dagger? Eu sou o espião de Ares, e sou muito mais forte que as montarias… Você foi um inútil. Agora tenho que finaliza-lo para não estragar meu disfarce…” Moogle gelou por dentro, suou frio “Pyro’s Capella” O cavaleiro envolveu o oponente em uma grande cúpula de fogo e consumiu Dagger sem pestanejar. Alpha reconheceu que Fornalha não era um cavaleirozinho de bronze qualquer; ele era digno de ser chamado cavaleiro de Athena e deu os parabéns pelo feito.

Do outro lado do vilarejo Pallas está perseguindo Graea com suas correntes. Griphoner é muito rápido e a amazona decide esperar o ataque de seu oponente.

 

CAP.01

CAPITULO I

 

Bom, como já é de seu conhecimento, eu sou toda a tristeza deste mundo. Sou o filho mas velho das emoções, que é meu pai, com as estrelas, minha mãe.

Vou contar-lhes como minha mãe conheceu meu pai e como enfim eu nasci:

Pelos relatos que as estrelas contam, aquele que representa as emoções, tanto humanas quanto divinas, era o ser divino com uma beleza rustica e impenetrante; filho da regra e da devoção, nasceu com o dom de ditar sobre quaquer tipo de emotividade, podendo aflorara ou inibila a seu bel prazer. No geral ele é controlado, só houve uma vez que seu poder divinal saiu do controle, mas isso é outra história;

Minha mãe, a representante de todas as estrelas, nasceu com uma aurea tão brilhante que nunca se podia ver seu rosto, mas cá entre nós, minha mãe é a deusa mais bela do panteão. Vou descreve-la: por de tras da glória, seus olhos eram da cor do chocolate, tão denso, que dava vontade de consumi-los, seus cabelos faziam curvas e pareciam nunca acabar, eram de uma cor tão intensa, brilhante, que muitos de meus primos divinos e mortais quiseram seus cabelos para fazerem armas ou instrumentos musicais e, esses itens confeccionados nunca foram destruidos antes, pois são indestrutiveis. Sua pele era tão branca que só seus olhos ressaltavam.

Esse são mês pais, mas como eles se conheceram? Vou contar:

Dizem , que na noite mais escura, uma luz desceu dos céus, só para se banhar sob o luar. Foi ai que o senhor das emoções viu a estrela mais brilhante sem sua glória, e, consequentemente se apaixonou.

Minha mãe pediu ao meu avô a benção para se casar com meu pai; mas meu avô, o atemporal, não permitiu essa união.

A estrela mais brilhante chorou sob os pés de meu pai e, ele criou coragem para enfrentar um dos principes herdeiros do deus que controla o universo.

Papai tentou influenciar as emoções de meu avô, mas sendo atemporal, não sofre nenhuma influencia. Minha mãe ficou tão triste e abalada que meu pai pode sentir essa profunda tristeza… foi ai que eu nasci: a noite se tornou negra e o choro de minha mãe varreu a terra com lagrimas de tristeza e meu pai recolheu cada uma delas, formando as gotas salgadas de lamento em um bebê.

Eu nasci com os cabelos dourados de minha mãe, seu olhos achocolatados e leitosos, praticamente uma cópia, só uma coisa me difere dela; todos que me olham, logo se deprimem e desejam morrer.

Não nasci da maneira tradicional, como puderam ver. Nasci da união de pensamentos de meus pais.

Bom, meu avô soube de mim, mas não me destruiu. Ele deixou-me ficar com mamãe, para ela poder lembrar do grande buraco que existe em seu coração, por não poder se casar com aquele que rege as emoções.

Ela foi trancafiada junto comigo na torre mais alta dos céus. Por eu representar a tristeza eterna, minha presença constante faz com que pessoas e deuses se percam numa profunda depressão. Mas, por mais incrível que pareça, meus pais eram os unicos que eu não podia interferir.

Mais tarde naquela mesmo dia, eu soube que meu pai invadiu o Castelo Norte (depois eu explico melhor), e tirou minha mãe de sua prisão.

Eles fugiram para densa floresta que existia entre os mortais, chamada de Floresta dos Encontros (tem esse nome, pois todos os amantes que lá se refugiam, tem seus atos de amor encobertos, ou seja, nem mortal nem imortal conseguem ver através das copas). Foi com essa alegria que meu irmão nasceu.

Odracir, seu nome divino, é aquele que torna todas as cituações em momentos de alegria e felicidade. Meu pai contou que ele nasceu com um sorriso iliminado. Seus cabelos eram negros como os de meu pai. Olhos extremamente verdes que faziam qualquer um se tranquilizar.  Ele, meu pai, sempre dizia que só de olha-lo, as dores do passado sumiam por algum tempo.

A alegria deles durou pouco, pois meu avô, Orhati, devastou a floresta e os descobriu. Ele tomou meu irmão e o trancafiou junto de mim. O deus atemporal tomou minha mãe em seus braços, a abraçou e disse:

– Tu és a mais preciosa… perdoa-me pelo que farei asseguir… – uma lagrima saiu de seu rosto e a puniu.

Ele a lançou céu afora e a fez colidir com o espaço, tranformando no céu estrelado, deixando-a longe de meu pai por toda eternidade.

Meu avô, em outros momentos, também puniu suas outras filhas: Adinavi, a Lua, só podia ver seu amado durante as noites, exeto em caso de Lua nova ou eclipse lunar; Avidi, o Sol, só poderia visitar seu marido de dia, exeto em caso de eclipse Solar; Ardinas, o calendário, uma vez por ano sem restrinções.

Foi nesse momento de furia que o deus das emoções enrraiveceu, seus sentimentos se fundiram com os fragmentos das estrelas e nasceu aquela que detem a furia em suas mãos, Anigéria. Ela tinha os cabelos castanhos avermelhados, olhos escuros, que à luz solar tornavam-se vermelhos e uma pele acobreada.

Meu pai segurou sua filha nos braços e suplicou ao meu avô que devolvesse a mim e a meu irmão, para que ele tenha alguma recordação de minha mãe.

Ele ignorou seu pedido e disse que as estrelas da noite bastavam para isso e, tomou minha irmã.

Eu nunca mais vi meu pai, dizem que ele se dividiu em varios fragmentos de tristeza, alegria, raiva e muitas outras emoções e agora faz parte do ser humano. Já minha amada mãe, todas as noites eu ainda posso admira-la por mais um instante.

Foi assim que eu nasci, como ganhei irmãos e como perdi meus pais.

Agora que você já sabe um pouco de mim, direi meu nome: Me chamo Otaner, a profunda tristeza, muito prazer.