Ares

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Guerra sangrenta

CAP. 4

No crepúsculo do mesmo dia; Athena foi até a varanda de seus aposentos, olhou para o céu para contemplação… E…  Sentiu um enorme cosmo despertar do nada. Ela sentiu medo, desespero e logo concluiu que era Ares que havia despertado de seu sono, após oito anos; querendo destruí-la igual a ultima vez.

Athena correu para a sala do mestre, onde estava Karol, para informar o acontecimento.

Chegando lá, uma mão dourada agarrou com força o punho da deusa, a arrastou pra perto de si, abraçou-a e disse: “Calma menina… Já sabemos… Iremos te proteger a qualquer custo.” – Ela olhou pra ele, e viu um belo rapaz vestido de ouro, com asas magníficas também douradas. Neste mesmo momento, surgiu das sombras um cavaleiro segurando uma Falchion, mais um dos seguidores do deus da guerra, ele veio dar uma noticia sobre Ares, que despertara definitivamente depois do ultimo encontro. Logo após o recado, do mesmo jeito que veio foi.

 Perto dali, na região da Itália, acabara de acontecer um massacre violento… No local havia um castelo em ruínas e em seu interior estava… Ares, um príncipe da região chamado Guillermo era o destinado a ser o deus das guerras. Ao despertar completamente, a aparência calma e angelical do garoto desapareceu dando lugar a um sorriso mortal em seus lábios, e um olhar louco. Ele matou todos os seus familiares e amigos, e as pessoas dos vilarejos ao redor, deixando o lugar sob um clima tenso e de terror total… Havia sangue derramado por todo lado.

Logo ele iria destruir a Terra com guerras e rumores de guerras. A missão dos cavaleiros de Athena será… Impedi-lo.

Terror & Medo

CAP. 3

Ao cair da tarde, ouve-se uma explosão num vilarejo perto do santuário, Pallas estava perto do ocorrido e foi verificar.

Ao chegar ao lugar, ela encontrou destroços de casas e pessoas, estava um caos. A amazona nem percebeu que havia um cosmo grandioso cobrindo o lugar. “Temporal Chain” exclamou Pallas, pois se ela não podia sentir ao menos sua corrente poderia.

Demorou um instante, mas, a corrente achou o portador do imenso cosmo. Vestido de uma armadura toda complexa, flutuava no ar com suas grandes asas, a armadura do destruidor era de um tom avermelhado no meio da negra armadura. Ele olhou pra ela, e a amazona estremeceu no ato. Prostrou-se no chão, e começou a tremer descontroladamente… O invasor disse num tom suave: “Eu sou Deimos, o terror…”.

Pallas tentou se recompor, ergueu-se e iria lutar contra ele, independentemente dele ser um deus ou não. “Nebula Chain” ela gritou num desespero. Ele por sua vez parou o ataque com uma mão só e destruiu a corrente da amazona. “Minha vez…” disse o deu, totalmente disposto a acabar com a amazona. O deus sumiu no ar, ficou atrás de Andrômeda, sem ela senti-lo, pegou a cabeça frágil dela e exclamou calmamente: “Deimos Hekatombe”. Pallas começou a gritar exageradamente, e se contorcia nas mãos do deus. Ele dissera que uma vez usado este golpe não haveria volta, ela iria morrer pelo cansaço de lutar para se libertar do golpe utilizado por ele. Neste momento Deimos sentiu um cosmo não muito maior que o dele, mas, ameaçador. Uma energia psíquica envolveu o deus, fazendo-o parar de aterrorizar a amazona. Bellier de Áries estava lá para resgatá-la, ele ergueu uma de suas mãos livres e disse: “Stardust Revolution” Deimos ficou parado, enquanto o cavaleiro de ouro o atacava; Num susto o espaço na frente do deus se contorceu e uma voz tranqüila disse: “Phobos Proclamation”, causando uma grande explosão na frente deles. “Deixe eles ai, meu irmão. Temos mais o que fazer…”, disse a outra forma divina, vestindo uma armadura semelhante a de Deimos, só que mais azulada, e grandes asas acolhedoras. O deus olhou para os cavaleiros de Athena com ternura e disse: “Oi, sou Phobos, o medo… Não farei nada com vocês agora, e nem meu irmão…” ele deu um sorriso acalentador e se foi com Deimos.

Bellier levou Pallas para os cuidados de sua discípula Atalanta.

Ouve um torneio para a armadura de Bronze de Fornalha. Pyro, um recém chegado ganhou o direito sobre a armadura de Fornalha

Tempo

CAP. 2

Chegando ao santuário, Pallas foi logo ao encontro do Grande Mestre. Ela e a deusa menina subiram todas as 12 casas que compunham o santuário, até chegar na sala do mestre. Lá elas viram um senhor, não tão velho, simpático, vestido com roupas grandes e pesadas, parecia um papa ou algo assim. Seu nome era Karol de Altar, substituto do grande mestre que havia morrido não fazia muito tempo. Ao lado dele havia duas crianças aspirantes a cavaleiros, Alpheratz ou Alpha como era chamado e Ekkus.

Pallas entregou Athena a Karol, ele agradeceu a amazona corajosa e disse-lhe que deveria conhecer os outros cavaleiros do santuário. Pallas assentiu e foi embora.

Ao passar pela ultima casa, Áries, ela se deparou com um Cavaleiro de armadura cintilante, brilhava como o Sol do meio-dia… Ela olhou pra ele. O dourado retribuiu o olhar, e disse: “Prazer, eu sou Bellier, cavaleiro de ouro de Áries”. A amazona ficou pasma, pois só ouviu falar deles, não pensava que eles existissem de verdade. Eles ficaram conversando por alguns instantes e ao final desta proza toda, o cavaleiro disse-lhe havia uma menina muito nova que perdera tudo num acidente climático nos arredores do santuário, e perguntou –lhe se ela gostaria de adota-la como serva ou como discípula… … … Ela pensou um bocado e disse que sim.

 Logo, apareceu de traz da capa do dourado uma menina, toda suja e mal humorada chamada Atalanta. Pallas e a menina se retiraram do lugar.

…Oito anos se passaram…

Athena se tornara uma bonita jovem, cheia de sabedoria, amor e com um espírito de guerra fulminante, ela agora era uma deusa.

Pallas, apesar de ser uma amazona de bronze, era capaz de se igualar com os cavaleiros de ouro sem problemas. Treinou sua jovem discípula Atalanta, que agora se tornou amazona de prata de Águia.

Alpha e Ekkus, não mais meninos, agora são cavaleiros de bronze de Pegasus e Cavalo Menor, respectivamente.